Professor Vladmir Silveira

Author name: Professor Vladmir Oliveira da Silveira

Em parceria com o CNPq, Iniciativa Amazônia+10 lança a Chamada Expedições Científicas
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Em parceria com o CNPq, Iniciativa Amazônia+10 lança a Chamada Expedições Científicas

O edital vai disponibilizar quase R$ 60 milhões para financiar pesquisas na região amazônica. O prazo para submissão de propostas é abril de 2024  Nesta quinta-feira (16/11), a Iniciativa Amazônia+10 e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançaram oficialmente a Chamada Expedições Científicas, que vai disponibilizar R$ 59,2 milhões para financiar pesquisas voltadas para expansão do conhecimento científico da sociobiodiversidade sobre áreas pouco conhecidas da maior floresta tropical do mundo. O prazo para submissão de proposta é 29 de abril de 2024, como detalha o texto oficial da chamada. A Iniciativa Amazônia+10 é liderada pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo a Pesquisas (Confap) e pelo Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência Tecnologia e Inovação (Consecti), e conta também com a parceria do CNPq. “O Programa Iniciativa Amazônia+10 visa viabilizar recursos para projetos científicos na região, articulando grupos de pesquisa que combinam pesquisadores locais com de outros Estados. O CNPq orgulha-se em participar desta iniciativa que certamente trará grandes benefícios científicos e tecnológicos para a região”, disse Ricardo Galvão, presidente do CNPq, que ressaltou que a preservação da Floresta Amazônica e o desenvolvimento de sua economia de uma forma sustentável, não predatória, depende fortemente do conhecimento científico local. Para Odir Dellagostin, presidente do CONFAP, a Amazônia não interessa apenas aos Estados da região. “Ela diz respeito a todo país e ao mundo. Pesquisadores de outras partes do Brasil também têm interesse em contribuir com os desafios da região e, por isso, a possibilidade de alocação de recursos por parte de outras fundações estaduais de amparo à pesquisa é muito bem-vinda. Isso fortalece a Iniciativa Amazônia+10 e estamos muito contentes que, no momento, nós temos 25 das 27 FAPs envolvidas no programa.” Neste edital, 19 Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa aderiram à chamada, sendo elas dos nove Estados da Amazônia Legal (Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Pará, Maranhão, Amapá, Tocantins e Mato Grosso), além das FAPs do Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Goiás, Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Paraná, São Paulo e Distrito Federal. Outras agências nacionais e internacionais ainda podem se somar à Chamada de Expedições Científicas até o dia 31 de dezembro de 2023. “Nós demos um passo importante com essa iniciativa. Muitas vezes, a Amazônia recebia pesquisadores de outros Estados, de outros países e, muitas vezes, os próprios pesquisadores da região não participavam dos projetos – ou atuavam apenas como coadjuvantes. E houve um avanço nesse sentido com o primeiro edital lançado pela Iniciativa Amazônia+10, em 2022, e agora neste. Isso significa um trabalho de parceria, de pesquisa colaborativa, que leva em consideração o que os amazônidas pensam e o que têm”, explicou Márcia Perales, diretora-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM). Para ela, os resultados que podem ser alcançados com a nova chamada são muito grandes. “As expedições podem trazer materiais super importantes em relação à sociobiodiversidade regional. E isso faz com que nossos conhecimentos sejam ampliados e muitos deles servirão de base para novas pesquisas ou para contribuição na solução de problemas que nós identificamos no nosso dia a dia. É de uma riqueza e de ousadia imensa o lançamento deste edital pelo CONFAP, pelo Consecti e pelo CNPq.” O edital Os projetos submetidos à avaliação devem contar com pesquisadores responsáveis de pelo menos dois dos 19 estados cujas FAPs aderiram a essa chamada, sendo que um deles deve obrigatoriamente estar vinculado a instituições com sede nos Estados da Amazônia Legal. O edital também prevê ainda a inclusão na equipe de pesquisa de pelo menos um integrante PIQCT (Povos indígenas, Quilombolas e Comunidades Tradicionais), detentor do conhecimento tradicional relacionado ao território que será estudado. As propostas devem ser voltadas para expedições científicas multidisciplinares na região da Amazônia por um período de até 36 meses e o valor mínimo de cada projeto contemplado será de R$ 400 mil – não havendo limite máximo (Saiba mais detalhes no texto completo da chamada). Será disponibilizado um roteiro que explica o passo a passo para submissão da proposta na Plataforma Carlos Chagas, do CNPq. Dos R$ 59.250.000 previstos nesta chamada, R$ 30 milhões serão alocados pelo CNPq exclusivamente para pesquisadores com vínculo formal com alguma instituição localizada em um dos Estados da Amazônia Legal. “Desta vez estamos buscando uma participação maior na Iniciativa Amazônia+10. Temos construído essa chamada junto com as FAPs, Confap e Consecti. E com ela queremos manifestar a sensibilidade do CNPq para essa agenda tão importante que hoje inclui a questão amazônica”, disse Dalila Andrade Oliveira, da Diretoria de Cooperação Institucional, Internacional e Inovação (DCOI), do CNPq. Embora a Amazônia seja uma das maiores e mais intactas florestas do mundo, ela é também uma das menos conhecidas em termos biológicos. Seu tamanho imenso, sua diversidade e seus acessos limitados fazem com que a tarefa de documentar sua biodiversidade seja extremamente desafiadora. O edital tenta justamente preencher duas lacunas, uma geográfica e outra taxonômica, como explicou Carlos Américo Pacheco, Diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). “Nós sabemos que as as áreas que têm forte conhecimento sobre biodiversidade da Amazônia são as de mais fácil acesso, em geral nas rotas dos rios. Mas 40% do território amazônico tem um grande desconhecimento sobre qual é a biodiversidade existente lá.” É o que mostra o artigo publicado em julho de 2023 na Current Biology, pelo projeto Synergize, que aponta que grande parte das áreas da Amazônia estão sendo negligenciadaspor pesquisas em ecologia. (leia mais em: agencia.fapesp.br/41942). “A outra lacuna é sobre a taxonomia da região”, completou Carlos Américo Pacheco. “Alguns tipos de espécie têm uma uma cobertura muito pequena no que diz respeito ao conhecimento da biodiversidade – os casos mais graves são fungos e bactérias. Em relação às bactérias, por exemplo, as implicações são grandes não apenas sobre o uso econômico delas, mas sobretudo quando se fala em saúde pública.” A intenção é que a chamada ajude a superar esses gaps. O edital também

Congresso Internacional de Direito, Políticas Públicas, Tecnologia e Internet - Inscrições prorrogadas
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Congresso Internacional de Direito, Políticas Públicas, Tecnologia e Internet – Inscrições prorrogadas

Não perca a oportunidade de compartilhar suas pesquisas e inovações no maior evento de tecnologia do ano! Devido ao grande interesse da comunidade acadêmica, o prazo de submissão de trabalhos foi prorrogado até o dia 06 de agosto de 2023. Essa é a sua chance de apresentar suas ideias e contribuições para um público especializado. Temas Aceitos: Acesso À Justiça, Inteligência Artificial E Tecnologias Do Processo Judicial; Os Direitos Humanos Na Era Tecnológica e Direito de Família; Tecnologias Disruptivas, Direito E Proteção De Dados; Relações De Trabalho E Tecnologia; Administração Pública, Meio Ambiente E Tecnologia; Formas De Solução De Conflitos E Direito Preventivo; Direito Penal E Cibercrimes; Responsabilidade Civil E Tecnologia; On-Line – Direito, Políticas Públicas, Tecnologia e Internet (A). Submeta seu trabalho através do link de submissões disponível abaixo. Aproveite essa oportunidade para mostrar suas pesquisas para uma audiência altamente qualificada. Clique aqui para acessar as submissões Clique aqui para acessar o edital completo

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Ao lançar primeira Constituição em língua indígena, presidente do STF e do CNJ destaca momento histórico para o Brasil

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Rosa Weber, lançou nesta quarta-feira (19) a primeira Constituição brasileira traduzida para a língua indígena – o Nheengatu. A cerimônia foi realizada na maloca da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), no município de São Gabriel da Cachoeira (AM). “Levamos 523 anos para chegar a este momento, que considero histórico”, afirmou durante a solenidade. A ministra afirmou que não falaria como Rosa Weber, mas como Raminah Kanamari, nome indígena com o qual foi batizada no Vale do Javari (AM). E assim, destacou que a partir da Constituição Cidadã, os indígenas passaram a ter seus direitos reconhecidos e não serem mais “meros indivíduos tutelados”. Ela acrescentou que a tradução “é um gesto de valorização e respeito à cultura e à língua indígena”. A Constituição em Nheengatu foi feita por um grupo de 15 indígenas bilíngues da região do Alto Rio Negro e Médio Tapajós, em promoção ao marco da Década Internacional das Línguas Indígenas (2022-2032) das Nações Unidas. A tradutora Dadá Baniwa disse que foi um trabalho “árduo e desafiador, mas também de muita alegria”. Inclusão e resgate A ministra do STF Cármen Lúcia também participou da cerimônia. A presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), Nélia Caminha disse que a tradução é um passo significativo na promoção da inclusão e da igualdade, “para que nenhum grupo social seja deixado de lado”.  A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, enalteceu o trabalho feito pelos tradutores em tempo recorde de três semanas, considerando o resultado um “gesto de respeito às tradições indígenas”. Já a presidente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Joenia Wapichana, observou que agora o indígena poderá “conhecer seus direitos em sua própria língua” e que o desafio é incluir as outras línguas indígenas em iniciativas como essa. Também acompanharam o lançamento da Constituição traduzida os professores especialistas na temática indígena José Ribamar Bessa Freire, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Marco Lucchesi, presidente da Biblioteca Nacional e integrante da Academia Brasileira de Letras. Bessa Freire disse que hoje o Supremo Tribunal retoma essa proposta de resgatar o valor das línguas indígenas, representadas pelo o Nheengatu, o tupi guarani moderno. E foi nesse idioma que presidente da Biblioteca Nacional iniciou seu discurso, convocando todos aqueles a usarem sua voz em prol “da terra, da cultura e da justiça social”. Identidade de um povo Ao citar dados do IBGE, a presidente do STF salientou que os cerca de 305 povos indígenas brasileiros são responsáveis pela preservação de 274 línguas. “A língua é muito mais do que um sistema de comunicação. Ela é um componente central da cultura e da identidade de um povo”, afirmou. É a base de valores transmitidos de geração em geração de um povo, “que expressa a visão de mundo, a criatividade e o vínculo coletivo entre uma comunidade”. Rosa Weber destacou em seu discurso que foi com muita luta, sabedoria e resiliência que as línguas indígenas brasileiras conseguiram sobreviver. Assim, afirma que traduzir a Constituição para um idioma indígena é “um símbolo do nosso compromisso de garantir que todos os povos indígenas tenham acesso à justiça e conhecimento das leis que regem nosso país”, para que possam fortalecer participação na vida política, social, econômica e jurídica. Língua Geral Amazônica Observou que reconhecer que o Nheengatu seja utilizado oficialmente na leitura e interpretação da Constituição “é um passo em direção ao fortalecimento e à preservação de todas as demais línguas indígenas”. Também chamada de Língua Geral Amazônica, o Nheengatu é a única língua descendente do Tupi antigo viva ainda hoje e que permite a comunicação entre comunidades de distintos povos espalhados em toda a região amazônica. Rosa Weber finalizou seu discurso desejando que seja possível consagrar o que a Constituição brasileira almeja: “construir juntos um Brasil verdadeiramente inclusivo, onde todas as vozes e línguas sejam ouvidas, onde todas as culturas sejam valorizadas e respeitadas, onde todos reconheçam o indispensável papel dos povos indígenas para a preservação do equilíbrio ambiental do planeta e, assim, da vida e do futuro de todos nós”. Conversa com tradutores e consultores Antes do lançamento, as ministras Rosa Weber e Cármen Lúcia se reuniram com as 12 lideranças indígenas que fizeram a tradução e os 3 consultores da obra. A presidente do STF e do CNJ destacou que a intenção da tradução foi dar conhecimento aos povos originários sobre seus direitos. “Somente assim vamos fortalecer nossa unidade e compreender que somos todos Brasil”. Já a ministra Cármen Lúcia ressaltou que a tradução representa um “passo adiante” na história brasileira. “Espero que seja ensinada a Constituição em cada uma das línguas, que não fique em uma prateleira. Não se reivindica direito que não se conhece. Nosso objetivo é sermos uma sociedade livre, justa, solidária. A Constituição é de todos os brasileiros”. Protagonistas Na abertura da conversa, o desembargador Luís Geraldo Lanfredi, juiz auxiliar da Presidência do CNJ e que coordenou o projeto, destacou que os tradutores e consultores foram os protagonistas da tradução. “Trata-se de uma tradução inédita, a primeira do país e o passo inicial de muitas realizações como esta que irão acontecer.” O indígena Edson Baré, que participou da tradução, destacou que a Constituição traduzida mostra que o STF e o Judiciário ouviram os gritos dos povos indígenas. “Vocês vieram comprovar: o Rio Negro está aqui, estamos vivos, hoje não lutamos com flecha, mas lutamos com dignidade pelo nosso território.” Lucas Marubo, do povo Marubo, destacou que a tradução em Nheengatu abre precedente para que outros povos tenham os direitos traduzidos em suas línguas. “Momento histórico para os povos indígenas.” O tradutor George Borari também ressaltou que o trabalho garante a dignidade dos povos originários. Do povo Kanamari, Inory Kanamari também foi uma das tradutoras. Destacou que foi a primeira indígena de sua etnia na advocacia. “Estamos num país com diversidade imensa e não escuto nossas línguas nos espaços . A gente precisa fazer parte. Antes de sermos indígenas, somos

Congresso de Direitos Humanos abre inscrições para artigos e pôsteres
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Congresso de Direitos Humanos abre inscrições para artigos e pôsteres

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e o Observatório de direitos humanos, desenvolvimento sustentável e acesso à justiça torna pública a abertura do prazo para inscrição e submissão de trabalhos ao seu Congresso de Direitos Humanos, cujo tema central do evento será “Acesso à Justiça como garantia dos Direitos Humanos e Fundamentais”. O Congresso será realizado de forma semipresencial em Campo Grande-MS, entre os dias 18 e 20 de outubro de 2023, em parceria e apoio da Rede brasileira de pesquisa jurídica em direitos humanos (RBPJDH), do Instituto de Desenvolvimento Humano Global (IDHG), e do Conselho Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Direito (CONPEDI). A partir de 18 de julho, poderão ser submetidos artigos, pôsteres, monografias e dissertações seguindo as regras previstas em edital. O prazo de submissão se encerra em 31/08/2023, às 23:59 (horário de Mato Grosso do Sul). As inscrições, submissões de trabalhos e os pagamentos serão efetuados por meio da plataforma on-line do CONPEDI. Em data posterior, serão divulgadas as informações relacionadas ao cronograma do evento. O edital e outras informações podem ser consultados abaixo: Edital de submissão de artigos Edital de submissão de pôsteres

XX Congresso Internacional de Direitos Humanos
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XX Congresso Internacional de Direitos Humanos

Convidamos a todos/as para participarem, inscrevendo seus trabalhos/resumos, no XX Congresso Internacional de Direitos Humanos (XX CIDH/2023), que realizar-se-á entre os dias 24 a 27 de outubro de 2023, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) – Campo Grande – MS/BRASIL. O Congresso será realizado no horário de Mato Grosso do Sul (1 hora a menos de Brasília/DF). Objetivo geral Incentivar a reflexão acadêmica para ações diretamente ligadas aos Direitos Humanos e Educação em Direitos Humanos, instigando a busca pela defesa e proteção da Democracia no Brasil e no mundo e contribuir para fortalecer a sustentabilidade social, ambiental e econômica que atenda às necessidades das gerações presentes e futuras na sociedade brasileira. Objetivos específicos: Estimular reflexões, apresentações e pesquisas que busquem a troca de experiências na temática dos Direitos Humanos e Educação em Direitos Humanos; Proporcionar a apresentação acadêmica das práticas dos Direitos Humanos e Educação em Direitos Humanos nas diversas regiões do país; Abrir espaço para que estudantes das IES do Estado e de outras regiões do Brasil e de fora do país participem dos debates e apresentem trabalhos acerca dos Direitos Humanos e Educação em Direitos Humanos; Contribuir academicamente para a construção de uma cultura dos Direitos Humanos e Educação em Direitos Humanos; Publicar os anais do evento. Grupos Temáticos: Direitos Humanos e Igualdade de Gênero; Direitos Humanos, Autonomia dos Povos Tradicionais e Originários; Direitos Humanos e Políticas Públicas; Educação em Direitos Humanos e Inclusão; Direitos Fundamentais, Democracia e Desenvolvimento Sustentável; Direitos Humanos, Estado, Fronteiras e Migrações; Direitos Humanos, Trabalho, Seguridade e Justiça Social; Direitos Humanos, Direito Penal e Criminologia; Direitos Humanos, Desenvolvimento Local e Sustentabilidade; Direitos Humanos, Vulnerabilidades, Interseccionalidades e Discriminação; Direitos Humanos, DESCA e a Agenda 2030; Direitos Humanos, Democracia e Sustentabilidade. Local: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande – MS. Cidade Universitária, Av. Costa e Silva – Bairro universitário Auditório 2 – Complexo Multiuso Realização: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), Instituto de Direitos Humanos de Mato Grosso do Sul José do Nascimento (IDHMS.JN) e Fórum Internacional Ibero-Americano de Direitos Humanos (FIIDH). CRONOGRAMA DE DATAS: Até o dia 24/10/2023: Inscrição para o evento 10/05/2023 – 25/09/2023: Prazo para submissões 09/10/2023: Divulgação do resultado dos resumos aprovados 24/10/2023 – 27/10/2023: XX Congresso Internacional de Direitos Humanos Fevereiro de 2024: Publicação nos anais INSCRIÇÕES e MODALIDADES DE PARTICIPAÇÃO: Serão realizadas exclusivamente online acessando a plataforma Even3 por meio do link Ademais, informações sobre o evento podem ser encontradas no site do Instituto de Direitos Humanos de Mato Grosso do Sul – IDHMS, pelo link As inscrições serão realizadas até o dia 24/10/2023, conforme valores abaixo informados: Participante Graduado e Graduandos: R$ 30,00 Participante Docente: R$ 50,00 Participante Pós Graduados e Pós Graduandos: R$ 40,00 Estão isentos do pagamento da taxa de inscrição os associados do IDHMS. JN quites com a anuidade de 2023; professores do ensino fundamental e médio de escolas públicas e privadas; professores organizadores do evento da UFMS, UCDB e demais IES que trabalharem na organização do evento, nas comissões, que assinarem o termo de compromisso e seguirem os PROTOCOLOS de ações para o XX CIDH 2023.   Fonte: Comissão Organizadora XX CIDH/2023

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Vagas para Professor Adjunto da Faculdade de Direito da UFC

O Vice – Reitor da Universidade Federal do Ceará, no uso de suas obrigações legais e estatutárias, tendo em vista o disposto no Decreto nº 7.485 de 18/05/2011, publicado no DOU de 19/05/2011, e na Portaria Interministerial nº 316 de 09/10/2017, publicada no DOU de 19/10/2017, do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão e do Ministério da Educação, considerando ainda, o que consta do Decreto nº 9.739 de 28/03/2019, publicado no DOU de 29/03/2019 e da Resolução nº 05/CEPE de 24/07/2019, alterada pela Resolução nº 15/CEPE de 24/05/2021, torna público, para conhecimento dos interessados, que se acham abertas as inscrições para Concurso Público para o cargo de Professor da Carreira do Magistério Superior, Classe A, regido pela Lei nº 8.112/90, combinada com a Lei nº 12.772/2012, para os campi, setores de estudo e vagas a seguir indicados.   Clique aqui para ler o edital completo  

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CAPES apresenta programa de incentivo à pesquisa no Centro-Oeste

No dia 21 de junho, dirigentes da CAPES apresentaram o Programa Rede de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro-Oeste. A reunião teve a participação de reitores e pró-reitores de instituições do Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, e presidentes das Fundações de Amparo à Pesquisa (FAP). Na ocasião foram discutidos detalhes para apresentação dos projetos e execução das atividades. “Isso era um compromisso que assumimos no início da gestão. Vemos o Centro-Oeste como uma região que precisa desse apoio para a expansão da pós-graduação”, lembrou Mercedes Bustamante, presidente da CAPES. A Fundação  investirá R$ 46,6 milhões, ao longo de cinco anos. Para cada projeto serão concedidas oito bolsas de doutorado, seis de pós-doutorado, quatro de professor visitante estrangeiro e uma nas seguintes modalidades: professor-visitante sênior, professor-visitante sênior no exterior, professor-visitante júnior no exterior. O Programa apoiará projetos de formação para pesquisa, desenvolvimento e inovação sustentáveis nas áreas estratégicas de Bioeconomia, Biotecnologia e Biodiversidade. Laerte Ferreira, diretor de Programas e Bolsas da CAPES, explicou que a intenção é levar a ação para todo o Brasil. “A gente quer que, a partir desse piloto, o modelo seja replicado nas demais regiões do País”. Além disso, destacou que “é preciso que os projetos sejam bem elaborados e se aproximem das demandas dos respectivos locais”. Cada FAP poderá apresentar até quatro propostas com a participação de, no mínimo, três programas de pós-graduação (PPG) de pelo menos dois estados do Centro-Oeste. Os projetos devem ser apresentados pelas FAP e executados pelos PPG stricto sensu. O primeiro edital está previsto para ser publicado em agosto, com o início das atividades em novembro.   Fonte: Gov.br

Governo federal lança Carteira Digital do Migrante; usuários relatam dificuldades
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Governo federal lança Carteira Digital do Migrante; usuários relatam dificuldades

Migrantes residentes no Brasil agora podem ter acesso a uma versão digital da Carteira de Registro Nacional Migratório (CRNM), ou simplesmente Carteira Digital do Migrante. O anúncio foi feito no dia 20 de junho, durante a abertura da Semana Nacional de Discussões sobre Migração, Refúgio e Apatridia, em Brasília. O aplicativo já está disponível na Play Store e App Store, bastando pesquisar por “Carteira Digital do Migrante”. O documento permite que migrantes e solicitantes de refúgio utilizem a versão digital do seu documento, que terá a mesma validade da versão física. Ou seja, a carteira digital poderá servir como comprovação de identidade para qualquer serviço, como abrir uma conta bancária ou receber atendimento hospitalar. Vantagens da carteira digital do migrante A carteira é gratuita e não há necessidade de certificação em cartório. O recurso está disponível para todos os migrantes que possuem o documento físico emitido a partir de 13 de maio de 2020. O software conta com alguns mecanismos para garantir segurança e praticidade ao usuário, como reconhecimento facial, validação da carteira por QR code, login com senha biométrica ou biometria. No entanto, só pode ser usada em um único dispositivo. Segundo Rodrigo Teixeira, diretor de Polícia Administrativa da Polícia Federal, a carteira digital do migrante é uma importante conquista, pois irá facilitar o acesso destes aos seus próprios documentos. Contudo, ele reconhece que ainda há muito a se avançar no processo de integração local. “Nós queremos tentar dar um pouco de dignidade, de esperança para aquele imigrante que está chegando, para aquele refugiado, principalmente, que está entrando no território brasileiro. Os desafios são gigantes, não basta só a Polícia Federal e a carteira digital. O trabalho é de todos nós”. Avaliações de usuários As avaliações dos usuários não tem sido positivas. Na app store, por exemplo, o aplicativo tinha nota 2,7 nesta sexta-feira (23). Usuários relatam a dificuldade do sistema em reconhecer o QR code da Carteira de Registro Nacional Migratório (CRNM). No último dia 15 de junho, o governo atualizou o aplicativo para a versão 3.0 para corrigir defeitos e melhorar a usabilidade. Na PlayStore, até a publicação deste material, não havia registro de notas ou avaliações sobre o aplicativo.   Fonte: MigraMundo

UFMS é nota máxima pelo MEC
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UFMS é nota máxima pelo MEC

A UFMS recebeu nota máxima no recredenciamento institucional do Ministério da Educação. A informação foi divulgada no dia 20 de junho, e o conceito máximo 5 comprova a excelência no ensino, pesquisa, extensão, inovação e empreendedorismo e reconhece a infraestrutura moderna, inclusiva e de qualidade. É a primeira vez que a UFMS recebe o conceito máximo pelo MEC, que substituirá o conceito institucional 3, que vigorava desde 2013, por meio da Portaria MEC n° 319, de 15 de abril de 2013. “É uma alegria imensa receber este resultado, estamos todos muito orgulhosos da nossa Universidade. Este conceito inédito demonstra que a nossa comunidade universitária conseguiu mostrar as evidências necessárias para a comissão avaliadora em todos os eixos. É um momento de celebrar a UFMS! Parabéns a todos os estudantes, técnicos e professores, coordenadores de cursos e líderes por esta conquista”, disse o reitor Marcelo Turine. A vice-reitora Camila Ítavo comemorou também o esforço de toda a comunidade universitária, que avançou em todas as áreas, do ensino à pesquisa, da extensão à inclusão: “É muita emoção receber a nota máxima e ver o amor que todos nós temos pela educação e pela nossa UFMS. É isso que nos motiva a continuar trabalhando em prol de uma Universidade cada vez melhor para todos”, declarou. O recredenciamento tem validade de dez anos e posiciona a Universidade dentro de um seleto grupo de instituições de ensino mais bem avaliadas. Durante a visita in loco, realizada na semana passada, a comissão avaliadora analisou cinco eixos: Planejamento e Avaliação Institucional; Desenvolvimento institucional; Políticas acadêmicas; Políticas de gestão; Infraestrutura. A UFMS recebeu nota acima da média em todos os quesitos. Segundo a presidente da Comissão de Recredenciamento da UFMS, a pró-reitora de Orçamento, Planejamento e Finanças, Dulce Tristão, a participação de toda a comunidade universitária neste processo foi muito importante para o alcance da nota máxima: “A Universidade constituiu uma comissão com o objetivo de acompanhar a preparação para o Recredenciamento Institucional. O processo contou também com a participação de alunos, docentes e técnicos que participaram de várias etapas, sendo uma delas a entrevista, em que ficou nítido o sentimento de pertencimento e de realização de ser UFMS. Parabéns a todos que contribuíram para o processo de avaliação”. O pró-reitor de Graduação, Cristiano da Costa Argemon Vieira, acredita que essa conquista após uma década é fruto de uma governança institucional alinhada com a missão de tornar o ensino superior público cada vez mais inclusivo, inovador e de qualidade: “A avaliação reflete todo comprometimento e dedicação da comunidade universitária, nossos professores, técnicos, estudantes, colaboradores terceirizados sob a liderança de dois grandes gestores, o professor Turine e a professora Camila. A nota 5 é uma nota de excelência que comprova o protagonismo da UFMS na ciência e na educação no nosso estado e no Brasil”, declarou.   Fonte: UFMS

PUC-SP é avaliada com nota máxima em recredenciamento do MEC
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PUC-SP é avaliada com nota máxima em recredenciamento do MEC

Nos dias 14, 15 e 16 de junho, a Universidade recebeu avaliadores no processo de recredenciamento institucional, promovido pelo Ministério da Educação (MEC), por meio do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). O processo avaliativo é necessário para a continuidade da oferta da Instituição de Educação Superior (IES) e tem o objetivo de garantir a qualidade no ensino. Na manhã do dia 19 de junho, o MEC informou a nota da instituição. Pela primeira vez em 77 anos, a PUC-SP recebeu nota 5 (máxima). Os eixos avaliados são: Planejamento e Avaliação Institucional, Políticas Acadêmicas, Desenvolvimento Institucional, Infraestrutura e Políticas de Gestão. O processo é composto por diversas etapas. O resultado é expresso como Conceito Institucional (CI), que vai de 1 a 5. Valores iguais ou superiores a 3 indicam qualidade satisfatória. A reitora, profa. Maria Amalia Andery, enfatizou a conquista: “Recebemos uma notícia maravilhosa hoje (19/6), do Ministério da Educação: a PUC-SP tirou a nota 5 (máxima) no recredenciamento. Nossa Universidade recebeu a nota mais alta, de excelência, em 49 de 50 quesitos avaliados. Em todos os pontos essenciais da vida universitária averiguados, e que representam a cultura e o projeto acadêmicos, sua maneira de condução e a excelência de ensino, pesquisa e extensão, tanto na graduação quanto na pós-graduação, a Instituição teve desempenho máximo. É uma alegria enorme, pois é a primeira nota 5 que a PUC-SP recebe do MEC. Ainda é importante ressaltar que essa nota máxima foi consistentemente distribuída por todas as dimensões avaliadas”, comenta. A profa. Maria Amalia também fez um agradecimento a todos que participaram do processo: “Quero destacar o envolvimento e o empenho dos funcionários administrativos da PUC-SP e da Fundação São Paulo (mantenedora da Universidade), docentes e estudantes, além da equipe da Reitoria, que participaram ativamente do processo avaliativo do MEC. Foi um esforço conjunto, de muito trabalho e empenho, que agora podemos comemorar e agradecer a todos”, concluiu.   Fonte: Jornal PUC-SP

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