Professor Vladmir Silveira

Author name: Professor Vladmir Oliveira da Silveira

VIII Simpósio de Direitos Sociais: tecnologia, os desafios do acesso e os limites da proteção
Acontece, Eventos Realizados, Próximos Eventos

VIII Simpósio de Direitos Sociais: tecnologia, os desafios do acesso e os limites da proteção

No dia 13 de maio (quarta-feira), terei a honra de participar como palestrante do painel I “Direitos Sociais e Tecnologia no Cenário Internacional” , no VIII Simpósio de Direitos Sociais: Tecnologia, os desafios do acesso e os limites da proteção. Em sua oitava edição, o Simpósio de Direitos Sociais terá formato híbrido, contemplando atividades presenciais e em plataforma virtual para discussão da temática dos direitos sociais e as intersecções com a tecnologia. O VIII Simpósio de Direitos Sociais é promovido pelo Grupo de Pesquisa CNPq “Estado e Economia no Brasil”, com apoio do Programa de Apoio a Eventos no País – PAEP/CAPES e da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie – UPM, em parceria com a Universidade Federal da Bahia – UFBA, Universidade Estadual do Amazonas – UEA e Universidade Federal do Mato Grosso do Sul – UFMS. Mais informações: https://www.even3.com.br/e/viii-simposio-de-direitos-sociais-704916

Notícias, Oportunidades

2ª edição do Programa de Ações Afirmativas para ingresso na magistratura

O CNJ, em parceria com a FGV, lançou o edital da 2ª edição do Programa de Ações Afirmativas para ingresso na magistratura.​ O Programa CNJ de Ação Afirmativa para Ingresso na Magistratura foi criado em fevereiro de 2024 com a finalidade de viabilizar a preparação de pessoas negras e indígenas para concorrer a vagas em concursos públicos da magistratura brasileira. Com iniciativas que vão desde o curso preparatório para o Exame Nacional da Magistratura até a conclusão do curso de formação de juízes e juízas, o programa vai incorporar uma perspectiva mais abrangente da representatividade e da diversidade social brasileiras no processo de decisão de juízes e juízas, como forma de contribuir para a construção de um Sistema de Justiça mais justo e equitativo. O programa também efetiva políticas judiciárias criadas pelo CNJ para garantir a equidade étnico-racial no Poder Judiciário. Entre os principais instrumentos normativos, estão a Resolução n. 203/2015 e a n. 512/2023, que estabelecem, respectivamente, os percentuais mínimos de 20% de pessoas negras e de 3% para pessoas indígenas na carreira da magistratura. Além disso, esses candidatos e essas candidatas podem concorrer também às vagas reservadas a pessoas com deficiência cujo percentual mínimo é de 5% do total de vagas, se atenderem a essa condição e conforme disposto na Resolução n. 75/2009. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), publicou edital para inscrições à 2ª edição do Programa CNJ de Ações Afirmativas para Ingresso na Magistratura, com prazo aberto até 27 de abril de 2026. A iniciativa é voltada a pessoas negras e indígenas, com ou sem deficiência, habilitadas no Exame Nacional da Magistratura (Enam), e prevê a concessão de até 84 bolsas de manutenção no valor de R$ 3 mil mensais, por até seis meses. Edital: https://www.in.gov.br/web/dou/-/edital-de-convocacao-699741300   FONTE: CNJ

Vladmir Oliveira da Silveira COP15
Eventos Realizados, Próximos Eventos

15ª Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias (CMS)

15ª Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias (CMS). Foi uma honra participar da COP15 sobre Espécies Migratórias, realizada em Mato Grosso do Sul, onde pude apresentar os resultados de nossas pesquisas sobre a tutela jurídica do Pantanal e representar a UFMS.

Vladmir Oliveira da Silveira COP15
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COP15: proteção de espécies migratórias e desafios da legislação ambiental são temas de debate

COP15: proteção de espécies migratórias e desafios da legislação ambiental são temas de debate.   Pesquisadores da UFMS e UnB abordam atuação do Judiciário, incêndios no Pantanal e falhas na proteção da fauna. Um painel sobre a proteção de espécies migratórias e os desafios da legislação ambiental no Brasil, foi apresentado pelo Programa de Pós-graduação em Direito da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (PPGD/UFMS), em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), durante a Conferência das Partes da Convenção sobre Espécies Migratórias (COP15), realizada em Campo Grande. O tema foi apresentado pelos professores da UFMS Lívia Gaigher Bósio Campelo e Vladmir Oliveira da Silveira, em parceria com a professora da UnB, Gabriela Garcia Batista Lima. O painel reuniu diferentes pontos de vista sobre a proteção ambiental no Brasil, com foco na atuação do Judiciário, nos impactos das mudanças ambientais sobre espécies migratórias e na necessidade de atualizar a legislação. Poucos processos sobre espécies migratórias A professora Gabriela Garcia Batista Lima apresentou resultados iniciais de uma pesquisa desenvolvida em um projeto financiado pelo CNPq, voltado à litigância socioambiental e climática na América Latina. O estudo busca entender como o Judiciário brasileiro atua na proteção de espécies migratórias. Segundo a pesquisadora, um levantamento em tribunais estaduais e federais mostrou que ainda há poucos casos específicos envolvendo esses animais. “A proteção aparece de forma indireta, principalmente por meio da preservação do habitat, como unidades de conservação e controle de incêndios”, explicou. Ela afirmou que ações voltadas diretamente às espécies migratórias ainda são raras, o que indica um campo em desenvolvimento no direito ambiental brasileiro. A docente também destacou o papel da conectividade ecológica. “Os animais migrantes conectam diferentes biomas, inclusive entre países, garantindo equilíbrio ecológico que impacta o clima, o solo e a própria sobrevivência das espécies”, afirmou. Incêndios e impactos no Pantanal O professor Vladmir Oliveira da Silveira abordou a realidade do Pantanal sul-mato-grossense e os impactos das ações humanas e de eventos extremos sobre a fauna. Entre os desafios citados estão barreiras físicas, como cercas e ferrovias, além do avanço dos incêndios. “O aumento recorrente de incêndios, especialmente nos últimos anos, tem efeitos devastadores para os animais migratórios e para toda a biodiversidade”, destacou. Ele também apontou falhas na legislação e na aplicação das normas, além da necessidade de revisão de políticas públicas. O professor mencionou problemas na execução da queima controlada, muitas vezes feita sem preparo técnico adequado, o que pode provocar grandes incêndios. A importância de eventos internacionais como a COP15 também foi destacada. “São oportunidades de troca entre países que enfrentam problemas semelhantes e de construção de padrões internacionais que podem inspirar legislações nacionais”, disse. Proteção da fauna e revisão das leis A professora Lívia Gaigher Bósio Campelo destacou a necessidade de fortalecer a proteção jurídica da fauna, com atenção a espécies como a onça-pintada. O painel também abordou a caça e os incêndios no Pantanal. “A onça-pintada é um símbolo e, ao mesmo tempo, uma vítima. A caça ilegal ainda ocorre de forma recorrente, muitas vezes impulsionada pela sensação de impunidade”, afirmou. Segundo ela, as sanções penais previstas na legislação brasileira não são suficientes para coibir práticas ilegais. A professora também falou sobre as diretrizes da Convenção sobre Espécies Migratórias, que restringem a captura de animais e permitem exceções apenas em situações específicas. “Essas exceções devem ser interpretadas de forma rigorosa, para evitar abusos e garantir a proteção efetiva das espécies”, explicou. Ela ainda apontou a necessidade de revisar leis ambientais brasileiras, como a legislação sobre caça, criada na década de 1960, e normas que permitem exceções para o abate de animais em determinadas situações. O painel também discutiu processos ambientais no país envolvendo espécies migratórias e seus resultados na Justiça, indicando a necessidade de maior rigor e especialização. Fonte: G1

Acontece, Notícias

Minter

Encerramento da aula do querido Prof. Gustavo Siqueira (Mackenzie) na APREMS – Associação dos Procuradores do Estado de Mato Grosso do Sul. Participação especial do Prof. Diogo Rais, no Mestrado Interinstitucional em Direito Político e Econômico (UPM/UFMS/FUNDECT).

COP15: proteção de espécies migratórias e desafios da legislação ambiental são temas de debate
Notícias

COP15: conheça as espécies migratórias do Brasil e as ações para sua conservação

A 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias (COP15 da CMS) ocorre no Brasil, em Campo Grande (MS), de 23 a 29 de março, debatendo políticas globais para proteger 1.189 espécies ameaçadas. Este evento reforça a cooperação internacional para conservar espécies que cruzam fronteiras, com destaque para a urgência de proteger habitats e enfrentar a crise climática. O Brasil assume papel de protagonista na conservação, com a criação de áreas protegidas como o Parque Nacional Marinho do Albardão, que ajuda o país a se aproximar da meta global de proteger 30% dos ambientes marinhos até 2030. Além disso, lidera propostas para incluir 42 novas espécies na lista protegida da CMS e ações conjuntas para corredores ecológicos. Espécies em destaque incluem baleias-jubarte, onças-pintadas, tartarugas-verdes, tubarões-mangona, bagres amazônicos e aves migratórias como o albatroz-errante e o maçarico-acanelado, todas protegidas por Planos de Ação Nacional (PAN) coordenados pelo ICMBio. A conferência atrai representantes de 132 países e reforça a colaboração entre governos, cientistas e comunidades na conservação global de espécies migratórias. Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

Pantanal ganha maior proteção com criação e ampliação de unidades de conservação federais
Notícias

Pantanal ganha maior proteção com criação e ampliação de unidades de conservação federais

O governo federal anunciou a ampliação de áreas protegidas no bioma, fortalecendo a conservação de uma das regiões mais biodiversas do planeta. A medida amplia duas unidades de conservação e contribui para aumentar a área protegida federal no Pantanal. Esse avanço é resultado de um esforço conjunto que envolve ciência, articulação institucional e o trabalho de organizações comprometidas com a proteção do bioma, um passo importante, mas que ainda exige implementação, regularização e gestão efetiva para garantir resultados concretos. Em um cenário de mudanças climáticas e pressões crescentes sobre o território, proteger o Pantanal é também proteger a água, a biodiversidade e os modos de vida que dependem desse ecossistema único. Fonte: SOS Pantanal

Oportunidades

Prêmio Jovens Campeões da Terra recebe inscrições até 31 de março!

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) procura jovens que implementam soluções inovadoras para combater a mudança climática, a perda de biodiversidade e natureza, e a poluição e os resíduos. Pessoas vencedoras do Prêmio Jovens Campeões da Terra receberão reconhecimento global, financiamento inicial, formação, orientação e acesso a agentes de mudança influentes. As candidaturas estão abertas até 31 de março de 2026. Mais informações: https://www.unep.org/youngchampions/

Próximos Eventos

XI Congresso Internacional de Direitos Humanos de Coimbra

O XI Congresso Internacional de Direitos Humanos de Coimbra: uma visão transdisciplinar, realizado pelo Ius Gentium Conimbrigae, Centro de Direitos Humanos sediado na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, junto com o Instituto Nacional de Pesquisa e Promoção de Direitos Humanos, do Brasil, CONVIDA a comunidade docente do PPGD para um momento de reflexão e de debates acerca de diferentes e relevantes problemáticas sócio-jurídicas encontradas no âmbito dos Direitos Humanos. Para tanto, estão abertas as inscrições (até o dia 27/03/2026) destinadas à apresentação de propostas de simpósios temáticos durante a edição de 2026, em formato on line ou presencial. A proposta deste evento acadêmico internacional é fomentar, conforme sua proposição temática, a construção de ideias e o desenvolvimento de teorias científicas a partir de uma perspectiva multidisciplinar e crítica das ciências sociais e jurídicas.​ As propostas de simpósios devem ser apresentadas contendo temática em conformidade com o objeto central do Congresso, além dos seguintes elementos descritivos: título do Simpósio; nome e endereço eletrônico dos|as Coordenadores|as; instituição a que pertencem; resumo curricular que não exceda 100 palavras; descrição das linhas de debate a serem desenvolvidas de 150 a 250palavras e indicação dos idiomas em que podem ser escritos os resumos submetidos para avaliação e apresentação. Mais informações: https://www.cidhcoimbra.com/?utm_source=ig&utm_medium=social&utm_content=link_in_bio&fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQMMjU2MjgxMDQwNTU4AAGn9QoAXL84yWFaggbvQKyRdx-sh0tuvZmBsyljzYE09VtZOmzex0RxgfGV96U_aem_qhDHl4aKM4vuI5Z5_J59wg    

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