Professor Vladmir Oliveira da Silveira

Author name: Professor Vladmir Oliveira da Silveira

Vladmir Oliveira da Silveira
Acontece, Eventos Realizados

1º Encontro das UMFs da Região Centro-Oeste

Tive a oportunidade de palestrar no 1º Encontro das Unidades de Monitoramento e Fiscalização das Decisões do Sistema Interamericano de Direitos Humanos (UMFs) da Região Centro-Oeste, realizado no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS). O evento também marcou o lançamento do Portal sobre o Sistema Interamericano de Direitos Humanos — uma iniciativa que fortalece o diálogo entre o Poder Judiciário brasileiro e o Sistema Interamericano, aproximando a justiça nacional dos padrões internacionais de proteção. O encontro é fruto da cooperação acadêmica entre o Observatório de Direitos Humanos, Desenvolvimento Sustentável e Acesso à Justiça da UFMS e a Escola Judicial do TJMS (EJUD/TJMS), por meio de convênio coordenado pela professora Lívia. Seguimos reafirmando o compromisso do PPGD/UFMS com a pesquisa, o diálogo institucional e a efetividade da proteção dos direitos humanos.    

 IV Congresso Internacional de Direito, Políticas Públicas, Tecnologia e Internet
Próximos Eventos

 IV Congresso Internacional de Direito, Políticas Públicas, Tecnologia e Internet

É com grande satisfação que comunico minha participação no IV Congresso Internacional de Direito, Políticas Públicas, Tecnologia e Internet, realizado pela Faculdade de Direito de Franca de 06 a 09 de outubro de 2026. Dia 7 de outubro, às 19h10, integro o painel “Quem Decide? Inteligência Artificial, Poder Público e os Limites da Decisão Algorítmica”, que debate um dos temas mais sensíveis da atualidade: até onde pode ir o Estado quando entrega decisões aos algoritmos — e quais garantias o cidadão mantém diante delas. O painel é mediado pela Profa. Lislene Ledier Aylon (FDF) e conta ainda com Gabriela Natacha Bechara (Unipampa) e Sergio Nojiri (USP). Será uma honra contribuir para esse debate, reunindo formação acadêmica e experiência prática na fronteira entre o Direito e a tecnologia. 📅 07 de outubro | 19h10 às 20h30 | Auditório I — Unidade II, FDF  

XXXIII Congresso Nacional do CONPEDI - Foz do Iguaçu
Próximos Eventos

XXXIII Congresso Nacional do CONPEDI – Foz do Iguaçu

O XXXIII Congresso Nacional do CONPEDI está chegando! O maior encontro de pesquisa jurídica do Brasil chega à sua 33ª edição! De 11 a 13 de novembro de 2026, em Foz do Iguaçu (PR), o CONPEDI reunirá pesquisadores, professores e estudantes de todo o país para três dias de debates sobre as mais diversas áreas do Direito. O evento contará com 40 Grupos de Trabalho (GTs), distribuídos nos três dias do congresso, abrangendo temas como Filosofia do Direito, Processo Civil, Gênero e Sexualidades, História do Direito, Relações Étnico-Raciais, Direito e Internet, entre outros. Quem pode participar? Apresentadores de artigo: autores aprovados na chamada de trabalhos (submissões de 29/07 a 17/08/2026, com resultados em 21/09/2026); Ouvintes: qualquer pessoa interessada em acompanhar os debates — sem necessidade de submeter artigo; Estudantes em vulnerabilidade socioeconômica: há possibilidade de isenção de taxa de inscrição, mediante indicação da instituição de ensino (até 02/11/2026). Por que participar? Publicação dos artigos aprovados em anais com ISBN (até 18/12/2026); Certificado de 24 horas para quem tiver frequência mínima de 75%; Premiações para a instituição com mais participantes e para o melhor artigo do congresso (com isenção de inscrição no próximo CONPEDI); Networking com a comunidade acadêmica jurídica de todo o Brasil. Inscreva-se e submeta seu artigo pelo portal: https://www.conpedi.org.br/

Próximos Eventos

Seminário: “Justiça e suas interseccionalidades: raça, gênero e diversidade como potencialidades de um direito antidiscriminatório”

O seminário “Justiça e suas interseccionalidades: raça, gênero e diversidade como potencialidades de um direito antidiscriminatório” será realizado no dia 30 de setembro de 2026, das 13h30 às 17h30, presencialmente no Plenário do TJMS, com transmissão ao vivo pelo YouTube da EJUD-MS. As inscrições são realizadas pela Escola Judicial de Mato Grosso do Sul (EJUD-MS). Faça sua inscrição! https://sejud.tjms.jus.br/secretaria/login

Informações pesquisa acadêmica

Você sabe como funciona a Avaliação Quadrienal da Pós-Graduação?

OBJETIVO: Verificar a qualidade dos programas de pós-graduação, a relevância das pesquisas desenvolvidas e o impacto gerado no ambiente acadêmico e na sociedade.” CAPES, Ministério da Educação SÃO AVALIADOS ASPECTOS COMO: Qualificação do corpo docente; Formação de mestres e doutores; Qualidade das dissertações e teses; Impacto das pesquisas na sociedade; Ações de internacionalização; Capacidade do programa de contribuir para o avanço do conhecimento. CADA PROGRAMA RECEBE UMA NOTA de 1 a 7. Notas 1-2: desempenho abaixo do padrão mínimo de qualidade, resultando no descredenciamento. Nota 3: desempenho mínimo necessário para manter o reconhecimento oficial de mestrado. Nota 4: desempenho mínimo necessário para manter o reconhecimento oficial de doutorado. Notas 4-5: elevado nível de consolidação nacional. Notas 6-7: programas de excelência, indicando alto padrão de qualidade e relevância.” Os resultados servem como referência para estudantes e pesquisadores, influenciam a distribuição de bolsas, o financiamento de projetos e a definição de políticas voltadas ao fortalecimento da pesquisa científica. O processo também busca estimular o aprimoramento contínuo dos programas e a produção de conhecimento. Fonte: CAPES

Acontece, Eventos Realizados

XXIII Congresso Internacional de Direitos Humanos

XXIII Congresso Internacional de Direitos Humanos Foi uma grande satisfação participar como palestrante, com o tema “Data Centers, Inteligência Artificial e o Desafio da Sustentabilidade Hídrica”, durante o XXIII Congresso Internacional de Direitos Humanos. Tive a honra de estar ao lado do Prof. Diogo Rais para debater temas cruciais para o futuro do direito e da tecnologia. Agradeço a acolhida da UCDB e do Daclobe, bem como aos organizadores UFMS e IDHMS-JN (Instituto de Direitos Humanos de Mato Grosso do Sul José do Nascimento) pela oportunidade.

Notícias

Você é mestrando, doutorando ou pesquisador e pretende publicar artigos científicos?

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES/MEC) divulgou uma portaria que modifica as normas para o pagamento das Taxas de Processamento de Artigos (APC – Article Processing Charges) em publicações científicas de acesso aberto. A medida, publicada no Diário Oficial da União por meio da Portaria nº 224, de 15 de maio de 2026, revisa as diretrizes anteriormente estabelecidas pela Portaria nº 120, de 26 de abril de 2024. As alterações foram formuladas a partir da experiência obtida desde que a norma entrou em vigor, das dúvidas levantadas pela comunidade acadêmica e da necessidade de aprimorar os procedimentos de elegibilidade, autorização e monitoramento dos pagamentos realizados pela Fundação. Com isso, a atualização pretende tornar esses processos mais objetivos e previsíveis, em consonância com as rotinas da Diretoria de Informação Científica e Estudos Avançados (DICE) e da Coordenação-Geral do Portal de Periódicos (CGPIC). Entre os avanços mais relevantes está a centralização do processo, com a eliminação de etapas antes realizadas pelas universidades. A verificação da elegibilidade dos autores correspondentes passa agora a ser feita diretamente pela Coordenação-Geral do Portal de Periódicos e Informação Científica (CGPIC/CAPES), dispensando a tramitação pelas Pró-Reitorias de Pós-Graduação ou por órgãos equivalentes das instituições de ensino superior. O novo texto também estabelece critérios mais claros sobre a situação funcional e acadêmica dos autores no momento da submissão dos manuscritos. Além disso, reforça as exigências ligadas à integridade científica, à transparência editorial e à correta indicação do apoio financeiro da CAPES/MEC nas publicações. Para evitar distorções no processo de submissão, a portaria passa a proibir de forma expressa práticas inadequadas e manobras editoriais, como o redirecionamento automático de artigos para periódicos que não estejam abrangidos pelos acordos firmados pela Fundação. Por fim, foram aperfeiçoados os mecanismos de monitoramento, acompanhamento e apuração de irregularidades, fortalecendo a governança e a segurança jurídica no pagamento dessas taxas.

Notícias, Sustentabilidade

ONU aprova resolução que obriga países a agir contra alterações climáticas

Nova decisão da Assembleia Geral é qualificada pelo secretário António Guterres como uma “afirmação poderosa” da ciência e do direito; Nações Unidas veem    medida como passo histórico e urgente na defesa de futuras gerações. A Assembleia Geral das Nações Unidas adotou uma resolução “histórica” que acolhe o parecer consultivo da Corte Internacional de Justiça, CIJ, sobre as obrigações dos Estados em relação às alterações climáticas. O texto obteve 141 votos a favor, oito contra e 28 abstenções marcando “um forte consenso global e um marco decisivo no reforço do compromisso internacional com a justiça climática e a proteção do planeta para as gerações futuras”. Afirmação poderosa Para o secretário-geral, António Guterres, a adoção é uma “afirmação poderosa” do direito internacional, da justiça climática e da ciência. Reagindo à adoção, o chefe da ONU destacou que o documento deixa clara a responsabilidade dos Estados-membros em proteger suas populações diante da “crescente crise climática”. A decisão marcada por intensos debates e propostas de emendas foi proposta por Vanuatu que declara alinhada aos impactos ambientais. A rejeição foi de Belarus, Irã, Israel, Libéria, Rússia, Arábia Saudita, Estados Unidos e Iêmen. A base do texto é uma determinação da CIJ feita no ano passado de que os Estados têm a obrigação legal de proteger o meio ambiente contra as emissões de gases de efeito estufa. Medidas possíveis para evitar danos climáticos severos Embora os pareceres consultivos do tribunal não sejam vinculativos, eles carregam um peso moral e jurídico significativo, de acordo com o direito internacional. Com a nova resolução, a ONU consolida o entendimento de que o “combate à crise climática não é uma mera escolha política, mas sim um dever legal”. Guterres disse que com a medida “a corte da mais alta instância do mundo falou e a Assembleia Geral respondeu”. Aos governos, a resolução pede todas as medidas possíveis para evitar danos climáticos severos, honrar os compromissos do Acordo de Paris e garantir que suas políticas ambientais protejam direitos fundamentais, como a vida e a saúde. Na sua declaração, Guterres reforça que as populações menos responsáveis pelas mudanças climáticas são as que pagam o preço mais alto pela crise do clima. Para o secretário-geral, o caminho para a justiça climática exige uma transição rápida, justa e equitativa dos combustíveis fósseis para a energia renovável. Essa passagem é atualmente considerada a alternativa mais “barata, segura e viável” para manter ao alcance a meta global de aquecimento de 1,5º C. Fonte: ONU

Oportunidades

Chamada de trabalhos para o evento “XI Congresso Internacional de Direitos Humanos de Coimbra: uma visão transdisciplinar

O Congresso Internacional de Direitos Humanos de Coimbra: uma visão transdisciplinar publica nesta página os documentos relevantes para o evento, especialmente as chamadas para coordenação de simpósios e envio de trabalhos. Caberá aos participantes deste evento acadêmico justificar os novos tempos das ciências jurídicas e sociais criando, definindo, sustentando e acreditando nas sociedades que caminham na direção da superação das práticas violadoras de direitos humanos, com objetivos de produzir uma sociedade verdadeiramente justa e solidária. As chamadas pertinentes ao Congresso Internacional de Direitos Humanos de Coimbra (para submissão de propostas de simpósios temáticos e candidatura a coordenação destes, submissão de resumos, concurso de bolsas de inscrição e outras que se fizerem necessárias) serão sempre feitas através de editais, cujo conteúdo deverá ser acessado nesta página. Mais informações: https://www.cidhcoimbra.com/editais

Notícias, Sustentabilidade

Assembleia Geral da ONU apoia decisão histórica do Tribunal Internacional sobre a crise climática

Decisão deixa clara a responsabilidade dos Estados-membros de proteger seus cidadãos contra uma “crise climática crescente”, diz Guterres.   A adoção de uma resolução histórica pela Assembleia Geral da ONUnesta 4ª feira (20/5) é “uma poderosa afirmação” do Direito Internacional, da Justiça Climática e da ciência, de acordo com o secretário-geral da organização, António Guterres. A resolução apela a todos os Estados-Membros da ONU para que tomem todas as medidas possíveis para evitar causar danos ao clima e ao meio ambiente, incluindo as emissões produzidas dentro das suas fronteiras, e para que cumpram os seus compromissos climáticos já assumidos no âmbito do Acordo de Paris. A resolução elaborada por Vanuatu – uma nação insular do Pacífico na linha de frente da crise climática – e por vários outros países foi adotada após intensos debates, incluindo várias propostas de emenda, com 141 votos a favor – incluindo Brasil e China -, oito contra e 28 abstenções. Os países que votaram contra foram Belarus, Irã, Israel, Libéria, Rússia, Arábia Saudita, Estados Unidos e Iêmen. Em julho de 2025, o Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), o principal órgão judicial da ONU, publicou uma opinião consultiva, a partir de uma provocação de Vanuatu, sobre a responsabilidade coletiva dos países na crise climática. A Corte decidiu que os Estados têm a obrigação de proteger o meio ambiente das emissões de gases de efeito estufa. Além disso, decidiu que, se os Estados violarem essas obrigações, serão legalmente responsáveis e poderão ser obrigados a cessar a conduta ilícita, oferecer garantias de que ela não se repetirá e efetuar uma reparação integral, dependendo das circunstâncias. Embora os pareceres consultivos do TIJ não sejam vinculantes, possuem significativa autoridade jurídica e moral, contribuindo para esclarecer e desenvolver o Direito Internacional ao definir as obrigações legais dos Estados. Portanto, a adoção da resolução pela Assembleia Geral, em consonância com a decisão do TIJ, envia uma mensagem forte de que o combate à crise climática é um dever legal no âmbito do direito internacional, e não apenas uma escolha política. “A adoção da resolução é um passo importante para traduzir o Parecer Consultivo do Tribunal Internacional de Justiça em ações concretas de cooperação internacional para uma transição justa, ordenada e equitativa para longe dos combustíveis fósseis, combatendo o racismo ambiental e promovendo a adaptação e uma resposta adequada às perdas e danos, com uma perspectiva interseccional de Direitos Humanos focada nas necessidades específicas dos povos e comunidades mais afetados”, avalia Thales Machado, diretor de Defesa dos Direitos Socioambientais da Conectas Direitos Humanos. Fonte: Clima Info

Rolar para cima